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Anvisa aprova ampli-D®, forma de vitamina-Dcom ação três vezes mais rápida




A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou essa semana o registro de ampli-D®, nova forma da vitamina-D para uso em suplementos alimentares com atividade biológica três vezes maior e mais eficaz que o colecalciferol, a vitamina D3 tradicionalmente utilizada. Solução desenvolvida pela DSM deve chegar ao mercado brasileiro a partir do segundo semestre deste ano.



“A ampli-D® representa uma revolução no mercado de vitamina-D e foi desenvolvida para atender a uma demanda global relacionada às preocupações atuais dos consumidores e dos profissionais de saúde em otimizar o sistema imunológico.



A solução será imediatamente disponibilizada para a indústria de suplementos alimentares e estamos confiantes de que ela esteja no mercado já nos próximos meses”, diz Giovani Saggioro, vice-presidente da DSM na América Latina para o negócio de Health, Nutrition and Care, empresa global baseada em saúde, nutrição e biociência.


Estudos clínicos comprovaram uma atuação melhor e mais rápida, pois sua composição é dada pelo calcifediol, a forma mais comum de vitamina-D no organismo, e que está imediatamente disponível para ser ativada pelos rins.



O calcifediol, também conhecido como calcidiol, 25-hidróxi-colecalciferol, ou 25-hidróxi-vitamina D, é um pré-hormônio produzido no fígado por uma reação de hidroxilação. A ampli-D® é um metabólito da vitamina D3 altamente biodisponível, que acelera algumas etapas no metabolismo, já que a vitamina-D proveniente da exposição solar, dos alimentos ou de suplementos alimentares precisa passar pelo processo de metabolização no fígado para ser convertida no calcifediol.


Comumente associada à saúde óssea e menor risco de fraturas, a vitamina-D também é fundamental para outros benefícios de saúde, incluindo a imunidade. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) afirma que concentrações séricas adequadas de vitamina-D estão associadas a um menor número de infecções, uma vez que o nutriente está envolvido no processo de defesa do organismo.




Atingir concentrações desejáveis, no entanto, pode ser um desafio, dada a menor exposição solar, especialmente nas estações mais frias do ano, à necessidade de uso de protetores solares e até mesmo fatores biológicos como como idade e maior presença de melanina no corpo.



De acordo com um estudo publicado no The Journal of Nutrition em 2020, 88% da população mundial apresenta níveis abaixo do indicado em vitamina-D, especialmente por passarem a maior parte do tempo em ambientes fechados e com pouca exposição ao sol, que é fonte de 80%-90% da vitamina-D.



Outro estudo, feito pela DSM, o Consumer Immunity Panel, realizado em 2020 com 12 mil pessoas em 24 países, mostra que as pessoas estão cada vez mais atentas a sua imunidade, classificando-a como uma das três principais preocupações de saúde. Atualmente, 65% dos consumidores preocupam-se em aumentar suas defesas e 69% dos entrevistados dizem tomar suplementos para apoiar sua saúde imunológica.

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