• Redação

Bahia receberá R$45 milhões do SUS para retorno às aulas




O Governo Federal repassou ao SUS (Sistema Único de Saúde) R$ 454,3 milhões para apoiar a retomada segura das atividades presenciais nas escolas em todos os municípios. Um guia com orientações para a reabertura segura das escolas da rede básica de ensino foi apresentado nesta sexta-feira (18), pelo Ministério da Saúde. 



A Bahia será beneficiada com R$45 milhões desse recurso destinado para aquisição de máscaras faciais, álcool 70% e material de limpeza.



Além da ajuda financeira, o SUS elaborou um documento com orientações para gestores, profissionais de saúde e profissionais de educação sobre ações e medidas para a reabertura das escolas da rede básica de ensino municipal, estadual ou federal, abrangendo creches, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos, independentemente de serem aderidos ao Programa Saúde na Escola (PSE).



Conforme os valores destinados aos 27 estados da federação, a Bahia foi o estado que mais recebeu recursos federais no total de R$ 45.353.058,00, para serem usados nas medidas sanitárias direcionadas para todas as escolas da rede básica de ensino e incluem respeito ao distanciamento social e reforço na higienização.



O material, com 16 páginas, está disponível no site do Ministério da Saúde, e traz, por exemplo, informações sobre etiqueta respiratória e o uso correto da máscara facial. E orienta às instituições de ensino a manter os ambientes limpos e ventilados e fazer a limpeza frequente das superfícies, como maçanetas, cadeiras, mesas e corrimões. O guia também orienta que se deve manter higienizadas as mãos e punhos e que não se deve levá-las ao rosto.



A orientação do guia é que as escolas elaborem uma série de estratégias para garantir o distanciamento entre os alunos e os profissionais da educação, tais como: escalonamento de horários de chegada e saída dos estudantes, colocação de marcações no chão para respeito a distância de 1 metro, aumentar o espaço entre as mesas e cadeiras nas salas de aula e evitar o uso de áreas comuns -  como bibliotecas, pátios e parquinhos. Para as refeições, as instituições de ensino podem monitorar o uso do refeitório ou orientar os estudantes a usar as salas de aula.

Veja Mais

Veja Mais