• Redação

Delegada vítima de assédio relata as represálias sofridas nas redes sociais




A delegada de polícia Marley Reys (55), não viu outra alternativa a não ser fazer um vídeo e denunciar a violência que vem sofrendo dentro da unidade policial onde trabalha por conta do assédio moral, por parte de sua coordenadora na Central de Flagrantes.


No vídeo divulgado na noite deste domingo (27), a delegada clama por justiça, já que vem sendo perseguida desde o dia que assumiu a Central de Flagrantes, pela atual coordenadora e também delegada de polícia Emília Margarida Blanco de Oliveira.


No relato de Marley, o assédio começou a 2 anos, mesmo comunicando a Corregedoria para que fosse apurado os abusos, nada foi feito. Pelo contrário, seus problemas estavam apenas começando, as denúncias viraram perseguições e até um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD), que a vítima vem respondendo.


Depois da denúncia ela foi transferida para 1ª Delegacia Territorial, no bairro dos Barris, mesmo sem seu pedido ou explicações pela mudança repentina.

Para a delegada Marley Reys, a única esperança encontrada por ela foi denunciar o assédio moral e as perseguições sofridas nas redes sociais, “só assim a sociedade vai ficar sabendo do meu sofrimento e a represália que estou passando”.


Após a sua remoção deu entrada no mandado de segurança com liminar, sendo acolhida pela justiça, assim ela pôde voltar a Central, entretanto, as represálias continuaram, “eles alegaram que o motivo da minha transferência seria por está respondendo ao PAD e para a segurança dos policiais. Então porque quem responde por crimes, entre eles, de tortura, não são removidos”, concluiu Marley.



O site Rx Notícias foi procurado por outros policiais que não quiseram se identificar e confirmou os fatos. Denunciaram que a mesma coordenadora em outro momento, onde um médico que foi conduzido para a Central de Flagrantes, por alcoolemia, foi liberado sem ser autuado em flagrante, após pressão da delegada e atual coordenadora, contra outra delegada que acabou cedendo ao assédio.



Acompanhem nosso podcast, na página inicial, com a primeira parte da denúncia.

Veja Mais

Veja Mais