• Redação

Fake news: panelaço dos esquerdopatas


Durante a revolução de Mao Tsé Tung na China, em 1958, o ditador criou a campanha chamada de "O grande salto", um dos seus objetivos era exterminar as quatro pragas: moscas, mosquitos, ratos e pardais. Consideradas pelo ditador, males para sociedade, os pardais, pássaro comum nas cidades, que se alimentam de grãos e restos de alimentos nas ruas foi considerado por Mao, um propagador de doenças e devoradores de grãos.



Foi então que Mao ordenou que todos os cidadãos das cidades e vilas exterminasse os pardais e uma das formas usadas para acabar com os pássaros foi bater nas panelas, frigideiras e tambores, de forma que os pardais não pudessem pousar e ficariam voando até caírem mortos por exaustão. Ato que ficou conhecido como panelaço comunista de Mao Tsé Tung.



Com as mortes de milhares de pardais em toda China, causou um desequilíbrio ao meio ambiente culminando outro problema, uma proliferação de outras pragas, causando fome e morte na china. As mortes dos pardais foi chamada de "O grande salto da fome chinesa".



A história se repete no Brasil, agora ao invés de pardais, as vítimas são as pessoas, os panelaços do alto dos apartamentos são ouvidos apenas os gritos eufóricos dos próprios ativistas, enquanto isso, nas suas casas, o povo sofre calado com a pandemia e o fechamento do comércio devido ao lockdown. Há um ano atrás, os mesmos que hoje querem o colapso da economia, comemoravam o carnaval e afirmavam "é mais fácil pegar AIDS/HIV do que o Covid-19".



A mentira contada mil vezes, torna-se verdade, essa frase por anos foi condenada por causa do seu autor Joseph Goebbels, ter sido o ministro da Propaganda e Informação Pública da Alemanha Nazista. Quase 80 anos depois, a frase continua atual e sendo utilizada maciçamente pelos meios de comunicações negacionistas.



A comunicação de massa (jornais, rádios, tvs e sites), sempre foram utilizadas pela política como forma de domínio da sociedade. E como na guerra, a primeira vítima é a informação, devido a verdade ser assassinada para ressuscitar uma pós-verdade.



Neste momento, no Brasil, estamos vivendo em pandemia, por causa do coronavírus, ao mesmo tempo que passamos por uma guerra não convencional, desta que não precisa de apoio bélico, mas diante de um exército de ativistas alienados que se utilizam dos meios digitais para desinformação e propagação de notícias falsas para os meios de comunicações, que por 14 anos foram aparelhados para esconder as verdades e vender mentiras.



Uma pratica contumaz em momentos de guerra, os civis sempre desinformados viram vítimas da contrainformação que acabam acreditando que o inimigo é a personificação do mal e por isso pode ser feito de tudo contra eles, inclusive negar a verdade e lardear as mentiras.



Os meios de comunicações existem para vender as informações para quem paga por eles. Notícias são fatos que acabam interessando alguém. Dessa forma, a massa (o povo) consumirá apenas a informação que eles querem.


Para entender o que estamos passando podemos apropriar-se da frase do ditador chinês Mao Tsé Tung, "Devemos apoiar tudo que o inimigo combate e combater tudo o que o inimigo apoia", é a mesma ideia dos políticos brasileiros e sua imprensa apoiadoras dos esquerdopatas e propagandistas de Fake News.

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