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Presidente da AFPESP salienta importância da vacina da gripe


Imunização é fundamental para se evitarem a confusão de sintomas com a Covid-19 e a comorbidade das duas doenças.



O médico pneumologista Álvaro Gradim, presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), salienta que a vacinação contra a gripe, provocada por diferentes cepas do vírus Influenza, é necessária, pois há formas graves da doença, como as variantes H1N1 e H2N3.




Além disso, a ocorrência de comorbidade com a Covid-19 pode levar a quadros clínicos agudos. A imunização, ademais, contribui para se descartarem sintomas, melhorando a precisão de diagnósticos para ambas as infecções.



Gradim explica, ainda, que deve ser observado intervalo mínimo de 14 dias entre a vacina da gripe e a de Covid-19, frisando que, segundo orientação do Ministério da Saúde, as pessoas que estejam nos grupos prioritários para ambas devem dar preferência à segunda, considerada a gravidade da presente pandemia. "Porém, é fundamental também a imunização antigripal".



O presidente da AFPESP orienta, ainda, que pacientes com Covid-19 ou suspeitos devem adiar a vacina contra a gripe até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas. Os assintomáticos que testem positivo devem esperar quatro semanas depois do resultado positivo por teste PCR.



A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe vai até 9 de julho. "Os idosos também devem ser imunizados contra pneumonia, caso tenham tomado esta vacina há cinco ou mais anos", observa o médico.



Confira o calendário da vacinação: 1ª etapa — até 10 de maio: crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde; 2ª etapa — de 11 de maio a 8 de junho: idosos e professores; 3ª etapa — de 9 de junho a 9 de julho: demais grupos prioritários (portadores de doenças crônicas não transmissíveis, deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, militares, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens entre 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade).

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