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Venda de Imóveis pelo governo ultrapassa R$ 2,6 milhões em julho


Os seis primeiros dias de julho já trouxeram mais de R$ 2,6 milhões para os cofres públicos com a venda de imóveis da União. Apenas dois imóveis foram responsáveis pela receita, um na Bahia e outro no Espírito Santo. O mês de julho também promete ser recordista no número de editais lançados pela Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU/ME).


Os imóveis vendidos nos primeiros dias de julho são, de acordo com o secretário de Coordenação e Governança da União, Fernando Bispo, uma pequena amostra do potencial de arrecadação da secretaria. “Temos mais de cem editais prontos para serem lançados. Antes do período de pandemia e sem a edição da Lei n° 14.011, nossa meta era alienar 465 imóveis em 2020 com um potencial de arrecadação de R$ 3 bilhões. A nova lei alavancou esse número para 1.970 imóveis, o que traria um potencial de arrecadação de R$ 5,9 bilhões”, informa o secretário, referindo-se à recente edição da lei que modernizou e facilitou os procedimentos de alienação de imóveis da União.


No caso da Bahia, o aforamento de um imóvel da União localizado na Ilha do Cal, no município de Vera Cruz, gerou uma receita de R$ 1,98 milhão. “A meta da Superintendência do Patrimônio da União na Bahia é arrecadar cerca de R$ 50 milhões, com a alienação de imóveis da União ainda em 2020”, revela Maurício César Marques de Carvalho, superintendente do Patrimônio da União na Bahia.


Já no Espírito Santo, um terreno de 360 m² no município de Vila Velha, que já foi sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi arrematado pelo valor mínimo de avaliação, R$ 680 mil. Esse imóvel era uma casa na Praia da Costa, que é um bairro nobre de Vila Velha.


Ela estava cedida ao IBGE, que a utilizava para estocar material de apoio quando realizava suas pesquisas estatísticas”, explica Márcio Furtado, superintendente do Patrimônio da União no Espírito Santo.

A alienação dos imóveis atende às novas diretrizes da SPU no sentido de diminuir o tamanho do Estado e dar uma melhor destinação ao patrimônio da União. “Além de termos aí uma potencial fonte de arrecadação emergencial, quando nós alienamos um imóvel subutilizado, movimentamos a economia local e ainda impedimos que haja o abandono de imóveis da União, que são alvo de invasões e depredações”, comemorou Fernando Bispo, secretário de Coordenação e Governança do Patrimônio da União.

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