• Redação

A cura dos canalhas




Na história da humanidade sempre surgiu em tempo de Pandemia os aproveitadores e canalhas de plantão, os mesmos que se solidarizavam das vítimas ou dos seus familiares com único objetivo de terem a chance de aparecerem para tornarem o centro das atenções.


No início dos anos 80, quando surge os primeiros casos da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), doença que foi taxada como apenas dos homossexuais, na época apareceram os canalhas que alegavam terem adquiridos, sem mostrar qualquer exame anterior.

Um tempo depois, aparecia nas TVs, rádios e revistas da época com resultado negativo para alegar que foi curado.


Parece que a mesma tática se repete neste momento em Pandemia no Brasil e na Bahia. Até quando assistiremos os canalhas se promoverem pela desgraça alheia e o pior, ter ainda a cara de pau e a coragem de mostrar um suposto exame sem indicar o laboratório que chancele o resultado negativo.


Para entendermos melhor, ao realizar um exame laboratorial para detectar uma doença são realizados dois tipos de testes (o IgM e o IgG) um aponta se a doença está no corpo e o outro diz se você já entrou em contato com a doença, porém já adquiriu a imunidade, respectivamente. Entretanto acham que todos são leigos e que podem ser ludibriados somente para ganhar empatia.


Até que ponto podemos chamar tal ato de humano ou canalhice-humana, já que milhares de pessoas tiveram sua vida ceifada pelo vírus por falta de tratamento hábil ou pela burocracia política que só visa o enriquecimento meteórico pelo erário.


Por fim, e como dizia os mais velhos da Bahia, “não chame desgraça para si, fia fia fia, porque pode passar um vento e se não te pegar pode pegar quem vosmicê gosta!

Veja Mais

Veja Mais