• Redação

Guerra de mentiras




Em uma guerra convencional (conflito armado entre duas nações ou no próprio país) não podemos negar que a primeira vítima será sempre a verdade.


E por falar em guerra, vivemos neste momento no Brasil um conflito igual, a qualquer outro país. A diferença são as armas utilizadas. Nosso país sempre foi visto como um país democrático, de belezas naturais, um povo hospitaleiro e de paz, uma grande mentira, já que cerca de 70 mil pessoas são assassinadas por ano, uma guerra não declarada a cada 365 dias.


Embora, os aparelhamentos bélicos estejam nos paióis dos quarteis guardados, as novas armas atiram mentiras para toda a população que acabam sendo vítimas desses projetis letais da desinformação.


Os atiradores cada dia que passam tornam-se sniper sem nenhum remorso, já que sua função são disparar mentiras seja ela para quem quer que esteja a frente de um computador, laptop, rádio ou aparelho de tv.


Desde que começou a pandemia por causa do Covid-19, o Brasil tornou a terra das oportunidades, bilhões de reais foram destinados a compra de equipamentos hospitalares sem licitações.


A imprensa brasileira se curvou para quem paga e se tornou carrascos para questionar qualquer que seja o medicamento, eficiente ou placebo. Começava aí a guerra financiada pelos grandes laboratórios para quem apresentasse uma vacina com pelo menos 50% de eficácia.


A mídia nacional consome os milhares de releases sem qualquer questionamento se o que estar escrito é verdade ou mentira. E quem ousar em questionar é fuzilado nos paredões cheguevaristas ou mesmo ridicularizado na internet, e por muito pouco poderia ser jogado nas câmaras de gás nazista.


Faltando algumas horas para o início da vacinação em massa nos estados, veremos os mesmos políticos se gloriarem ao ver os primeiros voluntários da vacina, ao mesmo tempo irão se recusar em colocar o braço na seringa com a desculpa que não faz parte do grupo de risco.


Uma coisa é certa se até agora sobrevivi na minha trincheira a essa guerra de mentiras vou esperar um cessar-fogo e deixar os mesmos políticos que compraram os equipamentos hospitalares que não foram entregues tomarem as primeiras doses da vacina elaboradas às pressas, só aí, pensarei em me tornar uma cobaia.

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