• Redação

Pandemia: direitos individuais estão em risco por causa de uma utopia de imunizante


A população mundial há 2 anos sofre com os efeitos causados pela pandemia do covid-19, iniciada na cidade de Wuhan, na China. No Brasil se algo está ruim, acredite vai ficar ainda pior com a influência dos políticos e suas ideologias, que transformam as coisas certas em erradas e vice-versa. É neste cenário apocalítico que as famílias brasileiras tiveram que conviver por todo esse tempo assustador, embora na esperança de serem os primeiros a receberem a notícia do fim da pandemia ou da cura do coronavírus, pelo contrário, os noticiários pela maior rede de televisão do país anunciavam os números de óbitos acrescidos de um editorial fúnebre e aterrorizante.


Os números de óbitos pelo coronavírus em todo o mundo divulgado pela World Health Organization (Organização Mundial da Saúde), já chegaram a 5.469.303 milhões, sendo que na China, epicentro da pandemia, os números de vítimas fatais não passam de 5 mil, em um país com mais de 1,4 bilhões de habitantes.



Diante de tantas especulações, incertezas e inverdades sobre as causas e efeitos do coronavírus, por parte de governos, autoridades científicas e a imprensa mercenária, não demorou muito para aparecer o tal do imunizante experimental para a cura do covid-19, justamente fabricado e distribuído pela mesmo país que surgiu a doença.



A utopia do imunizante estava agora a disposição dos laboratórios de todo o mundo que ficaram obrigados a submeterem ao monopólio da cura pelos chineses. A indústria farmacêutica utilizou seus lobistas de marketing e a imprensa propagandista, para criar uma campanha de imunização em massa para idosos e adultos, já que os cientistas afirmavam em diversas publicações que as crianças estavam imunes contra o coronavírus, graças ao seu sistema imunológico ser jovem e criarem defesas rápidas contra o vírus do SarCov2.



Mas nem todos na sociedade são cordeiros que aceitam calmamente ir para o abate, não só no Brasil mas por todo o mundo milhares de pessoas são contrárias a essa imunização obrigatória. A negativa se vale devido a essas pessoas não terem sido contaminadas pelo vírus ou se tiveram contato o próprio organismo criou anticorpos, ou ainda por serem conhecedoras dos seus direitos e não aceitam se submeter a tratamento experimental que pode ocasionar risco de vida.



Já que os brasileiros utilizam os costumes europeus como modelo para suas gestões, deveriam se apropriar do bom exemplo dos italianos que de forma a causar menos danos e agindo com a devida proporcionalidade, principio inerente ao Estado de direito, ofertou a opção de escolha para os seus habitantes, de quem não quer se vacinar faça testagem para poder entrar no ambiente de trabalho. Alternativas como essa equilibram os conflitos existentes entre os princípios da saúde pública e o de liberdade, garantindo a permanência dos direitos individuais.



Decisões como demitir um funcionário por justa causa por ter escolhido não se vacinar é uma medida agressiva, que fere à necessidade do trabalhador e o direito social ao trabalho. Impedir o cidadão de entrar no SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão), é atentar contra a cidadania e o seu direito de emitir e renovar documentos de identificação. Dificultar o acesso da população aos tribunais é negar a justiça aos menos afortunados. Os direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal prevê um completo amparo da liberdade do individuo diante da coletividade e do próprio Estado, demarcando os limites em todas as suas esferas, contemplando o legislativo, executivo e judiciário. Os princípios sempre vão entrar em colisão e cabe ao legislador e ao judiciário ponderação em suas medidas e decisões.



No Brasil existe um conflito de interesses entre os poderes (executivo, legislativo e judiciário), resultando em uma falta de razoabilidade e permitindo que excessos sejam cometidos contra os direitos fundamentais e individuais, simplesmente rasgando a Constituição, devido aos interesses políticos e a força dos lobbys. A balança da justiça está quebrada e pesando apenas para um lado (indústrias farmacêuticas), que veem a população como números para seus estudos e verba para as suas pesquisas, já os togados estão com seus olhos vendados ferindo os princípios fundamentais do valor social do trabalho, permitindo os Estados a continuar cerceando o direito de ir e vir e agora até de emitir e renovar os documentos de identificação e se já não bastasse toda essa falta de liberdade, a mais nova discussão é a limitação ao acesso a educação, já que transformaram o retorno as aulas presenciais em outro palco de disputa política.







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