• Redação

Revista de 2012 previu cenário de pandemia


A revista Mundo Estranho da editora abril em sua edição nº 127, publicada em julho de 2012, previu um cenário de pandemia parecido com o que estamos vivendo atualmente. Na matéria de capa "Epidemias não há como fugir", descreve dez cenários possíveis de uma contaminação de um vírus mortal vindo da China.



Em 2012, segundo o calendário maia seria o ano do fim do mundo, entretanto não aconteceu. Na época diversas publicações e especulações sobre o fim do mundo se espalhavam com as notícias apocalípticas por todas as mídias, inclusive um filme foi lançado no mesmo ano fazendo um retrato de um evento cataclísmico.



Após 8 anos da publicação da matéria Epidemias na revista Mundo Estranho, chamou atenção dos colecionadores sobre o momento atual que estamos vivendo. A descrição dos eventos narrados na matéria são tão parecidos que causa arrepio e surpresa aos leitores mais céticos. Seria então uma "Déjà vu" termo francês que significa literalmente "já visto". Este termo é usado para designar a sensação que a pessoa tem de já ter vivido no passado um exato momento pelo qual está passando no presente, ou de sentir que um local estranho é familiar.



Para quem acredita na teoria da conspiração, é uma forma dos grandes laboratórios lucrarem com o pânico da sociedade doente ou a realidade emita a ficção. Leia na íntegra a edição nº 127 e tire suas próprias conclusões.



EPIDEMIA: O risco invisível



1 – A Ásia é o ponto de partida. Após várias mutações, um novo vírus surge hospedado em morcegos. As fezes que eles soltam no ar infectam guaxinins. Dos mercados da China, esses animais são levados vivos para serem abatidos em restaurantes. Estressados, eles arranham e mordem os cozinheiros, espalhando o vírus.


2 – O vírus adquire a capacidade de ser transmitido de homem para homem por via aérea – forma mais fácil de contágio. Além disso, o contágio se dá antes mesmo de o enfermo apresentar os sintomas. Assim, em média, o doente infecta cinco pessoas antes de ter febre, vômito, diarreia, desidratação e falta de ar.



3 – O governo chinês envia uma comissão para avaliar a doença misteriosa que acomete alguns vilarejos. A equipe volta sem resultados e não considera o surto alarmante até que três pesquisadores adoecem e um deles morre. A China não informa a Organização Mundial da Saúde (OMS) para não demonstrar fragilidade.



4 – Os sintomas são comuns e a doença só chama a atenção quando muita gente começa a morrer na mesma região. Ainda assim, demora para que médicos e enfermeiros percebam a ineficiência de antibióticos na cura – o que exclui a maioria das bactérias como agente causador. Testes com vírus comuns também dão negativo.


5 – O governo isola comunidades em que há focos da doença. Ninguém entra nas cidades e nenhum doente pode sair. Mas, como a misteriosa enfermidade demora quatro dias para mostrar seus sintomas, muitos doentes saem dos vilarejos sem saber que estão infectados, alastrando a epidemia.



6 – Doentes viajam de avião para grandes cidades, como Hong Kong. O fervilhante centro comercial, que atrai gente do mundo todo, é um polo de contágio e disseminação. Sem imaginar o risco que correm, pessoas são contaminadas e, ao voltar para seu local de origem, carregam o vírus para todos os continentes.



7 – Com a doença já fora de controle, começa uma corrida entre laboratórios e cientistas de grandes universidades para descobrir o agente causador. Mesmo com o vírus isolado, as vacinas demoram a ser feitas em larga escala, tornando impossível o atendimento à demanda mundial.



8 – Os países se isolam, mantendo esquemas de quarentena. Aeroportos são fechados e o turismo mundial cai a quase zero. A China sofre as piores consequências, com o fluxo de empresários para Hong Kong suspenso – gerando prejuízos de bilhões de dólares – e com o boicote a produtos alimentícios vindos da Ásia.


9 – Além dos 10% de casos letais, os milhões de doentes precisam de atendimento médico. Enquanto hospitais e cemitérios estão lotados, escolas, indústrias e comércio ficam paralisados por falta de profissionais. O transporte público também para e os trabalhadores que podem passam a trabalhar em casa.



10 – Nas nações pobres, quase 20% da população morre – e outros milhões são vitimados mesmo em países ricos. Parte dessa mortalidade ocorre por causa da doença, mas outro fator determinante é a crise financeira global. A produção de alimentos cai por falta de mão de obra.



O que a matéria não previu foi um cenário real de possibilidades no Brasil, do enfrentamento para combater a epidemia de políticos brasileiros, quase ou mais letal que o próprio covid-19.



A politicagem partidária vem causando mais destruição que a pandemia, agindo de forma destruidora como um parasita no seu hospedeiro "os cofres públicos", compraram sem licitação respiradores superfaturados e outros materiais hospitalares, além de montar centenas de hospitais de campanhas sem ter pacientes, para depois desativar gastando milhões, criando colapso no sistema público de saúde, forçando a compra de vacinas com apenas 50% de eficácia.



O pior de tudo isso, é obrigar a população tomar uma vacina mesmo que a pessoa tenha sido exposta ao vírus do covid-19, com a desculpa de estar protegendo outras pessoas sob pena de restrição.



Diante de todos os vírus, bactérias e doenças que afligiram a humanidade em todos os tempos, não tenho dúvida que os políticos corruptos brasileiros sejam ainda mais letais do que qualquer outro vírus que exista ou venha existir.

Veja Mais

Veja Mais